31 de agosto de 2013


''A gente anistia:
Casinhos que deram uma vacilada
-Namorados cujo fim foi um lixo, mas no final você sacou que foi mais um fim lixo, como quase todos.
-Qualquer pessoa que tenha dado uma pisada na bola, tipo ficado com alguém na sua frente mesmo tendo um caso com você. Ok. Isso é absurdo e infantil e parece enredo da quinta série, mas a gente anistia porque considera a pessoa criança. Ela ainda não tem maioridade e por isso não pode pagar por seus atos.
A gente não anistia
-Torturadores emocionais graves, aqueles que fizeram você cair no fundo do poço em doses de tortura diária que te desestabilizaram.
-Qualquer pessoa que praticou qualquer agressão física. E pegar no braço meio forte já pode, sim, e deve, ser considerado uma agressão.
-E aqueles criminosos reincidentes. Eles, os reis da impunidade. Eles, que acham que podem tudo porque “vai ficar tudo bem” porque, sei lá, ele foi abençoado com o perdão eterno. Desculpe, mas você está exilado. Preso.'' Nina Lemos


Sobre a doença do incômodo...
Não é fácil viver com esse complexo de raiva o tempo inteiro, é porque dificilmente eu tenho a oportunidade de beber ou sair no sábado a noite ou etc. Quando você é obrigado a mudar uma realidade que antes era maravilhosa, para uma nada agradável você entenderá. Não que eu não me sinta bem sozinha.. eu sou ótima, faço coisas ótimas também. Mas quando você tranca a porta do seu quarto e se recusa a sair ou conversar com alguem possível fica difícil. Sabe quando se tem aquela sensação de que está virando uma pessoa chata? Não infeliz, é chata mesmo. Esse sentimento de angústia ligado a uma televisão, um notebook, e livros sinceramente parece que vai mesmo é me enlouquecer. É um ano de aflição para mim, é ano de vestibular. Eu sei que todo mundo passou/vai passar por isso na vida, mas quando você se esforça mais do que seu próprio organismo por isso, a agonia aumenta! E eu também sei dos conselhos, e de como deveria agir, isso é escolha própria. Aquela sensação de que você cometeu um crime hediondo por ter estado com alguem por amor, fecha a garganta. E são tantas coisas, sinto saudade de onde eu vim!
28 de agosto de 2013

Por muitas linhas eu me obriguei a ser trágica. E o motivo ficou tão chato para mim que foi indo embora, junto com meu desespero para com a psicose amorosa. E nessa transição veio a raiva. Percebi que quando meu sangue ferve por conseguinte as coisas acontecem mais rápidas, penso melhor. Não sei se por instinto ou se isso faz bem, porem, acredito que devo por enquanto continuar nessa linha de pensamento. No ódio acredito que somos  mais criativos, calculamos melhor cada palavra, será natural de todos? No lugar de sair batendo portas, ligar em prantos atrás de ''auto ajuda'' (sim, eu escrevi auto ajuda, acredite, era bem isso), eu simplesmente resolvi não mais engolir os desaforos. E teve uma coisa nova também, um cheiro diferente e risos sinceros que ultimamente vem me tomando uma ansiedade monstruosa. Eu sou bem infantil com esses temas, mas o que eu aprendi nesse breve intervalo de tempo foi que o tietismo sinceramente está fora de moda, se é que me entende. E se não passar de um acaso, só essa impressão de felicidade já terá sido um espaço singular. Isso me parece uma crise da crônica sobre a maturidade humana. Que inicialmente demonstra ser deveras empolgante. Todavia, indo deitar...
26 de agosto de 2013


É assustador quando a pessoa que você menos esperava te dá uma rasteira. Porem, quando você para e olha com mais calma pensa... ''Como esses seres vivem normais? Quanta falta de bom senso! Pessoas mais ridículas!'' E agora eu estou rindo pra caramba, acho que eu e o mundo. Sabe quando alguém nasce para ser a peteca do jogo? Funciona assim meu bem: Primeiro juntam-se pessoas num circulo, depois pegam você e te lançam no ar, em seguida de dão pancadas e tu não podes cair, claro que não... O que é do circo sem o palhaço? Mas o legal de jogar peteca, é que se cair dá para começar de novo até as pessoas do jogo cansarem, quando isso acontece chegam outras e fazem a mesma coisa. Então para concluir eu não me importo mais, todavia, não deixa de ser engraçado. E se causar raiva melhor ainda, é sinal de a fraqueza circula nas tuas veias.
20 de agosto de 2013


Uma madrugada que me faça pensar, uma razão que me dê motivos a coisas que quebrem a linha de raciocínio. Ser romântico dificilmente vai me ajudar agora, e me culpo (acredite) por não mais querer morrer pelo suor alheio. Sinto-me na obrigação de cumprir meus ‘’deveres’’ e não magoar nenhuma das partes, e assim, o tempo não cansa, e assim eu estou aqui exausta e obedecendo sem personalidade alguma. Sinto tanta informação ultimamente que vejo os segundos correndo, e de novo, sem cansaço. Logo, não tenho dormido muito, portanto venho perdendo o bom humor e a paciência. Eu valorizo muito a ética, e me sinto ingênua com certas situações ainda, porque me sinto só uma menina. Certas pessoas me assustam, é um povo bárbaro e sem amor próprio e para com os outros. Não vai me acompanhar, porque não deseja isso, pode ir deitar outra forma não há. Não quero levar mais bagagem, sinto fortes dores na coluna devido as minhas tentativas diárias de estudar o máximo que posso. O certo e o incerto vagam por aqui durante o passar das tais horas. E por isso, não tem mais espaço para mala nenhuma. Mas e quando eu sinto saudade? Passando o passado acho que eu mesma não sei mais o que estou fazendo. Tantas tentativas... Seja lá qual direção tudo isso siga, que eu por favor consiga pelo menos meus desejos pessoais, porque juro que estou tentando, e por mim. Contudo, atordoada, e falta ar também. Não triste, não me sinto assim, porque você ainda consegue me tirar lembranças alegres. Acredito que gente suficiente já se machucou comigo, e já enfeitaram seus  vasos vazios com minhas flores. Então não batam o martelo como se eu tivesse vendido as almas de vocês. Olhando para trás até chego admirar, mas lá na frente aparenta um horizonte atraente e tão diferente. Não posso dançar as 4:45 da manhã, mas posso me sentir com poder e ai, todos levantam e batem palmas. Porque sinceramente, eu danço muito bem se é que me entende. Depois de mais uma luta com meu  próprio organismo, é o momento de ir para cama...
13 de agosto de 2013



''AMANHÃ Amanhã faz 17 anos que ouvi seu choro pela primeira vez... lembro-me que era rouco e diferente e que, naquele momento, não sei como, aliás, penso que, consegui distingui-la pelo choro aberto que vinha enchendo o corredor da maternidade. Eu aguardava a sua chegada, mas você não chegou, estreou, estrelou, estralou um choro estridente solo de guitarra. Eu olhava e admirava. ''Então, senhor, qual vai ser o brinco?'' ''O vermelho!'' ''Igor, porque foi um brinco vermelho?'' Não sabia explicar, mas sabia que deveria ser um brinco vermelho, pequeno, não um brinco de jóia rara, mas um brinco simples e vermelho para uma rara jóia. Jóia de um tesouro. Amanhã, eu nem tenho um brinco de rubi que gostaria de te dar... Amanhã é o ontem do depois de amanhã. Depois, lembro que fui desnaturadamente ensaiar, não é culpa minha, é essa natureza, a mesma que você possui quando olha para dentro. Toquei pra você naquela tarde quente de Crato-Cariri-floresta. Amanha você cresceu, e agora que chegou a avançada idade de 17 anos. Agora que se prepara para alçar voos maiores com asas que nem te dei, mas que cresceram vertiginosamente ao longo dos seus cabelos. Amanhã seus cabelos são vermelhos tais como os brincos que te dei e então, quando mais tarde, algum dia, por acaso, o espelho parecer irreconhecível e o dia amanhecer nublado, esquece o resto e olha para dentro, pois eu estarei sempre lá em algum lugar, mesmo que esquecido, mesmo que não notado, mesmo calado, mesmo sem explicações para as tuas indagações mais simples. Ainda assim estarei, com brincos vermelhos que combinam com seus cabelos, com brincos simples que combinam com o meu amor: simples, sincero, verdadeiro, às vezes, quase transparente, aberto e, claro, rubi... Ele é todo seu Clara. Amanhã e sempre ele é o meu presente!!!!
Feliz aniversário.... MAMA!!!!!!!!'' - Pai
12 de agosto de 2013
Você bate muito o pé, briga demais e se irrita facilmente. Saia daqui e procure um psicólogo porque meu bem, eu já não posso fazer mais nada! Surpresa para você: flores brotam do meu pulso, e dos seus? Dá para gritar mais alto, ou tentar de novo? Desculpe, eu não estava prestando atenção nos seus incômodos... 




3 de agosto de 2013

Quando o seu corpo te puxa pra baixo, quando sua boca fica dormente e grita desesperadamente em silêncio, onde estão os deuses agora? Vai parar, não é possível. Agonia. Choro. Sem música nenhuma, nenhuma sensação. Que meu corpo esteja me salvando, me colocando para dormir, a alma avisando que algo bom vai vir nos sonhos... Vomite, coloque tudo para fora meu anjo. É porque palavras bonitas virão, um céu bem azul e um dia todas essas lembranças querida vão ser anestesiadas, você vai acordar e nada disso terá acontecido, calma. Você não sabe o que tem do outro lado, não tenha vontade de ir lá, fique aqui, eu gosto de você, Maria, eu gosto! Eu nunca menti para você, sempre do teu lado nos melhores e piores momentos. ''Quando as lágrimas sem querer quiserem vir, só deixe cair.'' disse ela, escute! Procura-se então coisas boas, eu sabia que ia ser assim, aguenta! Eu já desafiei mais que a gravidade por este sentimento ridículo, morra você, chore você, sofra você. Eu não vou te perdoar dessa vez.


Sinceramente eu ODEIO matemática, sinto uma raiva fora de comum por toda minha vida eu ser obrigada a perder meu tempo com bobagens de escola. Ok, o básico eu até sou a favor que toda humanidade tenha a obedência de aprender, mas poxa, eu realmente mereço todo ano ficar em recuperação nessa matéria insuportável? É nela, e no amor, outro assunto que também não consigo entender. Sim, porque 1+1 sabemos a reposta, mas quando o tempo vai passando as coisas vão ficando mais complicadas, ai que eu me perco totalmente. O comum desses dois assuntos é que eu sempre me dedico tanto, sério, eu me esforço de verdade para aprender mas eu não sei se o problemas está comigo ou com eles. Porem, eu terei isso para o resto da vida certo? Os números estão em todos os lugares, inclusive no tempo (que no momento eu quero tanto que passe) e o amor, esse que eu sinto que me incomoda mesmo. Então o que tenho que fazer é continuar lutando para que eu pelo menos passe dessas ''recuperações''. Desses o segundo é o que mais me assusta, porque no momento eu estou bem afasta de seus interesses, mas eu sinto uma saudade tão grande (suspiro), e sei que não posso ir atrás. Confesso que me sinto bastante desestimulada com essas situações, só que eu me lembro que essas não são as únicas coisas ao meu redor porque fica sobrando história, geografia, química, física, artes, biologia... Difícil é aceitar que os anteriores estão interligados nos outros. E que eu nunca vou esquecer a história de nós dois, os lugares que procuramos ficar juntos, nossas sensações, a força, a beleza e nossas caracteristas. Eu me dei conta que não sei viver sem essas duas matérias. Eu só devo continuar passando de ano, porque uma coisa é certa... eu nunca repeti, então escute bem, o ''ano passado'' não é próximo, entende? Agora é melhor eu continuar tentando resolver os problemas do meu livro (vida).

Quem sou eu

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Clara.Idade: 19.Falar a verdade não careço de muita lógica. Ou de mim se gosta ou esquece. Por gosto mesmo ficava de papo pro ar. Mas o que me faz feliz e apetece é cheiro de vinho, cabelo lavado, de escrever poesia pulando os dias, de frapê e filme iugoslavo. Qualquer dia desses faço feito Santos Dumont e construo minha casa na árvore.
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O que é pior: chegar ao fundo do poço ou continuar caindo?'' -Prá virar cinza minha brasa demora!
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