3 de janeiro de 2014
Senhor Sol,
Eu sei que a natureza humana é passível de questionamentos e
de descrédito, mas eu também sei que de fato não passa disso.
A ansiedade me mata a cada segundo, estou com meu tempo de
colheita há vários dias e parece que sou viciada em café, quando na verdade são
simples suspiros do cotidiano, porque faz tempo que não bebo café. Muita gente toma notas em folhas ou certezas
avulsas. Processo que na minha nada humilde opinião é desaconselhável, porque,
com o acúmulo de pensamentos, o autor vai-se ver depois em palpos de aranha para
por seu amor em ordem, de forma ele poder servir-se no momento da tal elaboração da
história romântica. Para evitar essa ''atrapalhação’’, o melhor é tomar várias
doses de vodka, quer dizer, de coragem, sinceridade, ou vergonha na cara mesmo, enfim. Interromper
bruscamente um sentimento, deixando-o em suspenso com o propósito de chamar
atenção para o que se segue, é outra maneira de enfatizar ideias. Contudo,
tristes, pelo menos para mim. Diversos fatores têm sido responsáveis pelas
transformações que se estão verificando no meu coração. Porque te amar hoje tem
sintomas diferentes: é uma
característica biológica, que antecede momentos de perigo real ou imaginário,
marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio
no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração,
e outras alterações associadas à disfunção do sistema nervoso autônomo. Pensei que a ideia núcleo de toda essa
narração fosse essa escrotice de amor, mas não, é composto por períodos de ‘’Eu
errei, me desculpe’’ de ambas as partes, a diferença é que um lado estava
disposto a superar tudo, e o outro... Pois é. O que é pior, a criatura que se diz amiga e mais parece separar os dois, ou você concordar com ele? Para mim foi o toque, o olhar, o cheiro e todos os sentindo envolvidos em eternos momentos que já não valem mais a pena serem lembrados.
Eu não sei como será o futuro , mas eu sei
como eu quero que seja. Não existiu nem um presente, não dá nem para chamar de
história, não dá pra nada. Suas palavras
não serviram nem para fazer uma pipa. Continue fugindo!
Sempre te amarei.
Mais tarde, um dia, saberemos amar Maria.
28 de dezembro de 2013
Pela arte de ser odiada, por um grupo que coloca seu nome na cruz. Por
gostar de sofrer, ou ter se acostumado. Sinta-se forte, e coloque no chão quem
chegar. E fique sozinho o tempo inteiro porque ninguém vai notar! Nada de especial
só lembranças mal resolvidas, por ser vigiada vinte e quatro horas, pela
confiança que se algum dia existiu foi jogada na lama, por um presente ainda
mais triste. Por uma felicidade inaceitável, e inapropriada para um ser tão
medíocre. Lágrimas que já não são salgadas e piadas que já não são engraçadas.
Por não permitir luto, nem senti medo. Por alguém que acabou com muita coisa na
sua vida, e se sua inocência era importante, ou seu estado de espírito nos
eixos era necessário, conta. Não desejo a traição ou sinônimos do mesmo, mas
tem um vazio grande que pede socorro, porem, a você mesma. Por não poder curar
você e suas pernas, e muita coisa parecer explodir. Por tapas e empurrões
escondidos de algo que ainda parece arder em você, e tudo pegar fogo. E dígitos
que virão e pode acabar com você inteirinha, fazendo os olhares ficarem mais
tortos ainda. Saiam e vão subir em cima de outra pessoa, talvez alguém menos
valente. A agressividade reina e podem abandonar, ou jogarem no saco que
quiserem, mas sabe-se quem é. E me sinto feliz mesmo cambaliando um pouco. Não pelo meus amores, mas por mim. Não para eles, e para sempre, para mim.
23 de dezembro de 2013
19 de dezembro de 2013
Você é inteligente, bonita(o), bem vestida(o), madura(o), engraçada(o) e simpática(o). Além disso, tem amigos verdadeiros. Querida(o), você é tudo de bom e mais ninguém além de você. Olha, todos estão aqui na fila para ser você, acredite, palavra de mestre! Você só não é nada disso, ou nem tanto quanto pensa. Elogiar outra pessoa, ou deixar alguém que você grita amor pelo sete cantos do planeta fazer isso não é pecado viu!? Eu posso até tentar entender que seja difícil para você que é tão contraditória(o), para não dizer hipócrita aceitar outras pessoas se saindo um pouquinho na frente. Por isso estou aqui orando por você e suas mini respostas, é sério chuchu. Beijos!
16 de dezembro de 2013
Muitos tempos, simples e compostos, são facilmente explicados, contudo esse teu não parece fazer sentido. Essa corrente aparece às vezes claramente ou expressando diferenças delicadas, e dessa forma não consigo entender, logo eu me pergunto se será ignorância minha e de boa parte das pessoas que te cercam, ou é minha razão certa e concreta. Em alguns momentos, a ideia de tempo, é caracteristica de determinada forma verbal, e se tem uma coisa que me causa rancor é você tentando me agradar sem querer, o agrado da obrigação. Porque assim está, por assim dizer, afundado, minha capacidade de me sentir feliz. Se não for me dito o que se passa, logo, só respiro raiva mesmo. Prefiro que me grite um não. Nem sempre é fácil saber se isso se trata da sua forma de expressar o que sente, mas eu na maioria das vezes procuro não ser escrota do lado de vocês (é, agora o sujeito estirado na mira é mais de uma pessoa), contudo, venho sentindo é vergonha alheia. Se olhem um pouco de longe, analisem esses comportamentos um pouquinho. Porque o que eu venha a ter de ''burra'', eu tenho de força e maturidade para te responder. E tu? Se esconde achando que isso é bonito.
É por me bastar que eu não fico triste por essas e outros afins, é por não mais centralizar tanto algumas pessoas que estou bem. E melhor ainda por saber que as desculpas não devem partir de mim, então é só ficar tranquila. Aprender a se desculpar é, em grandes porcentagens, se não principalmente, aprender a raciocinar, aprender a encontrar soluções e a concatená-las, pois, assim como não existe chances de dar o que se tem, não se pode transmitir o que a mente não criou ou não abasteceu. Quando as pessoas nos limitam fica ainda mais difícil ser sincero, eu entendo. Então estou aqui caminhando, e quem sabe alguém por ai sai do armário e me acompanha.
27 de novembro de 2013
Sim, já abandonamos e abandonados fomos...
...Cada posição tem seu encanto...
Digo do abandono,esse jogo-gangorra de desdobramentos onde revezamos papéis...
Onde ficam as declarações de amor? Em que terra fértil se enterram as promessas dos amantes?
O amor tem dessas coisas...
Tudo tão intenso e inesgotável... até que acaba... (Bruta Flor)
9 de novembro de 2013
Cheiro de chuva que apetece a vida, mesmo nos piores momentos,
quando chove me sinto viva, logo, feliz. Já notou todas as marcas nas minhas
pernas, ou as veias do meu rosto? Eu estou aqui e nada parece mais delicado que
isso. Porque falo com alfinetes, escrevo no tempo certo, e o melhor de tudo é
não precisar de muitos esforços para me sobressair, brilhar por existir. O agora é aquele
ar que já se foi que separa o passado do futuro. Na teoria, não tem duração;
mas, na realidade, pode ser absorvido como um deslize de tempo mais ou menos
longo, se bem que indivisível, e mais próximo do momento em que se fala. Há uma
história anterior à outra, e, portanto, mais distante do que estamos vivendo
nesse segundo, que se traduz no pretérito mais-que-perfeito, porem, eu gosto
mais do que chegou junto ao presente. Essas são minhas cartas, sempre estarei
aqui para qualquer duvida próxima a mim. E nada pode apagar ou fazer parar além
de mim. E mesmo que morra, creio que já escrevi sobre quase tudo. Não tem nada
de tão novo assim, são as mesmas histórias de outras pessoas, mas comigo.
Por que classificar como algo tão especial? O amor existe faz tanto tempo,
assim como a tristeza, e mais ainda esses dois juntos o ódio. A parte singular de todas essas laudas talvez
esteja comigo e com o mundo em volta. Porque para mais ninguém isso irá
importar. É preciso ler e reler os tantos trechos para lhe alcançar um sentindo.
Esquecendo as incorreções de ordem ética e outros defeitos de construção,
porque não tenho nada de melhor querido, nadinha. Estou aqui para vivermos uma
história. Aqui se encontram, elevados, porém, à sua mais alta potência, os
traços característicos de um período clássico: é uma interminável série de
orações repetidas (mesmo com suas ditas propriedades), desfilando em cacos de vidro, inserindo-se
cada pedaço em todos, cortados em numerosas incidências e reflexos, de tal
forma que as ideias se atropelam sem discriminação lógica. Acho que já vivi a
loucura, mas não me sinto tão atraída por esta, porque sei que é um caminho
perigoso e muitas vezes sem volta. Portanto, não me deixe ir, mesmo eu sendo a
maior responsável pelos meus atos, não permita que eu seja devorada pelos meus
próprios sentimentos, pelas minhas cicatrizes nas pernas ou qualquer outro
motivo. Sejamos leais e corajosos. Todo o desprezo que circula diante das veias exteriores me alimenta mais ainda, porque eu vou sempre repetir... Não
levo meu nariz empinado para casa. E quem não conhece vocês e essas palavras
bonitas que costumam dizer, contudo medíocres, que comprem a paciência de conviver ao seus lados.
5 de novembro de 2013
''Anjo no nome, Angélica na cara!
Isso é ser flor, e anjo juntamente:
Ser Angélica flor, e Anjo florente,
Em quem, se não em vós, se uniformara.
Quem vira uma tal flor, que não a cortara,
De verde pé, da rama florescente;
E quem um Anjo vira tão luzente;
Que por seu Deus não o idolatrara?
Se pois como Anjo sois dos meus altares,
Fôres o meu Custódio, e a minha guarda,
Livrara eu de diabólicos azares.
Mas vejo, que por bela, e por galharda,
Posto que os Anjos nunca dão pesares,
Sois Anjo, que me tenta, e não me guarda"
(Gregório de Matos)
10 de outubro de 2013
Não importa se teu nariz sangra, se seu corpo todinho treme
porque isso não muda nada. Porque não é um entorpecente, não é nada. São
memorias que já aconteceram, que são presentes, mas que por muito pouco não
serão mais, só faça sua parte e ponto final. Faça como te diziam antes,
''engula o choro'', porque se você for analisar isso é besteira perto de tantas
outras coisas mais importantes no mundo. As marcas se vão e seu rosto, braços, pernas
ficam e pronto. Não foi a primeira, e por um tempo não será a última, então já
era. Ninguém foi enterrado, não tem motivo. É a ''cara contra o bofete'', foi
isso que ouvi em suas músicas, foi isso que aprendi na minha curta vida, foi meu
nariz empinado, ai você vem e me mostra que não é nada disso, muita contradição.
Sabe de uma coisa? Eu já não ligo mais... Mas eu tenho medo de não saber transferir amor, porque o peito encolhe, as vezes eu até chego a me arrepender de ter sido tão imediatista com o agora, quando te digo que é outro nível, não minto e não me gabo. Porque não é bonito, é triste e mata. É agoniante, frio é muita coragem da minha parte ainda conseguir digerir bom e ruim ao mesmo tempo, é doentio e machuca. O que me preocupa é como tudo isso pode se refletir para mim, e para você, para nós? Existe isso agora ne, nós. Queria saber qual seria seu limite, não te conheço com raiva, nunca te vi furioso. E penso se tu seria capaz de fazer tudo aquilo comigo, será? Todos dizem que não, todos posam ao lado da paz, e sorriem, e saem bem no álbum inteiro. Mas quando sua circulação fica intensa como você reage? E se tiver ao meu lado nessa hora, eu quero saber...
7 de outubro de 2013
Sobre sentir coisas determinadas de horários. Não existem manhãs. As tardes são repletas de tédio, e olhares incansáveis para o relógio. A noite, se resume em adaptação circulatória específica causada pelo desencadeamento de descarga hormonal, que ocorre para suprir a demanda enérgica provocada pelo sentimento. Então, a sensação física é altamente provocante, faz com que haja uma descarga hormonal, de todos os supostos hormônios envolvidos numa resposta de alerta. Eu descarrego no meu sangue adrenalina, cortisol, serotonina e todas as substâncias que estão nesse estado de alerta do organismo. Vou deixar meu corpo pronto, para agir nesse sentido. Essas substâncias causam mudanças especificas em vários órgãos, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Acaba numa sensação de prazer.
Está ai, em linguagem chã mas objetiva, a essência de uma menina, com quase todos os seus ingredientes. Pode servir como tema de uma novela ou conto: basta pormenorizar cada um dos elementos básicos. Portanto há nesses trechos um acúmulo de informações, que você pode ficar desorientado, sua matéria daria pelo menos dois períodos mais claros, com ligeiras adaptações que em nada falseariam o pensamento original: Não sei escolher o que sinto/penso, não acho que você será intenso para mim
Porque eu me sinto mais vivida que esse envolvimento todo, e não quero te ferir. Porém, tem me feito sentir coisas que eu odeio e duvidei que seria capaz, uma delas é um substantivo masculino (ciúme), e o único jeito que eu encontro para resposta desse sentimento é o contrário, o substantivo feminino (vingança), é essa coisa técnica, são essas palavras que nem eu estou entendendo. Pois a exatidão e a minúcia não constituem sua primordial qualidade, podem até apresentar defeito.
26 de setembro de 2013
Raiva me tira o sono, faz meu nível de açúcar subir e logo tira minha paciência. Não sei o motivo de algumas pessoas subestimarem você, é achar mesmo que tu não fostes capaz de deixa-lo no fundo do poço. Sentir-se insatisfeito nada mais é do que seu organismo pedindo novas energias. Porém, no meu caso não é falta de carboidratos, e sim de uma explicação do por que da omissão de dados já identificados em conversas descuidadas. Não se encontra outra expressão menos rebarbativa para designar essa técnica de iniciar as relações de modo inusitado. É um artifício, um truque, em geral nada eficaz nas mãos de pessoas ingênuas. O mundo é tão surpreendente que se sentir bem, calmo e satisfeito é um tédio. E agora eu sou o que você chama de entretenimento, certo? Não vejo se escrever esse tipo de coisa é necessário, talvez vingança pelo sentimento de fúria que palpita rápido aqui. Eu sou uma menina cansada e com bastante atenção no que está acontecendo, então se você achar que estar num nível superior, sinto muito, muito mesmo. Eu não vejo esse presente repetir o passado, portanto estou alimentando minha insegurança nessa ''nova era''. Se os discursos direito e indireto, como formas de expressão peculiares da nossa parte não acabarem bem, e isso me atingir forte, eu acho que não saberei conversar sobre isso, talvez culpa do signo que pertenço. Isso tudo é uma descrição não apenas pitoresca mas principalmente singularizante da minha falta de confiança com algumas pessoas.
Em síntese, toda essa situação dramática consiste numa sequência de fatos, ações que, envolvendo participação de personagens, se desenrrolaram em determinado lugar e momento de um jeito traumático. O que já disse a respeito da generalização e da especificação, da validade das declarações e dos fatos, pode te ajudar a entender e ter uma ideia do que é meu método indutivo de contar as coisas. E espero que não sinta raiva, porque comparações e exemplos constituem também formas elementares de raciocínio por analogia ou semelhança, destinadas não propriamente a chegar a uma conclusão mais ou menos provável, mas apenas ilustrar ou esclarecer uma proposição, tornando-a mais sensível pelo confrontar com outro fato particular, porém mais conhecido.
Agora respiro calma, e irei dormir.
20 de setembro de 2013
Esse sentimento nos provoca pensamentos de resolução. O homem deve ser o fim de todas as coisas, não pode ser usado como instrumento. Pois o que é efetivamente resolver um problema? O que é falar sobre minhas sensações diárias? Como fazer tudo isso? Se nós analisarmos o passado de nossas relações, notaremos que nós como sujeitos de nossos próprios contextos, somos obrigados a nos colocar como pessoas de fato pensantes. Todo homem deve ter a capacidade de decidir sobre sua existência, sua vida. Para mim é difícil saber sobre o futuro das impressões nesse campo sentimental. Isso porque vivemos nos surpreendendo, com coisas que parecem simples às vezes acabam sendo complicadas, e vice-versa. Elas nos causam certo desconformo, aí devemos acrescentar conclusões inovadoras, na verdade, salvadoras. E viver é uma delas! A gente aprende tentando. Por isso existem situações que rotulamos como '’primeiro amor’’, por que não se esquece? Por que é tão marcante? Porque foi o seu primeiro passo, e quem não se lembra das iniciativas e como absurdo foram? Você será mais um tipo de texto num mar de possibilidades que eu domino e que sou falante ou me mostrará algo novo e tentador? Nós dominamos o amor, e deixamos ele nos dominar também. O que não posso esquecer é que esses princípios dentro do contexto da minha vida pode me dar à possibilidade de ter um diálogo menos truncado do que as pessoas querem ouvir da gente. Eu quero sustentação! Não quero levar meu nariz empinado para casa, e não farei, portanto, não espere que eu de novo vá atrás de qualquer um de vocês. Esse último pensamento, pode-se definir como a particularidade da minha personalidade. O homem não possui preço, não pode ser usado como objeto de troca, quer dizer, para algumas pessoas isso está errado. Daí que surgem desastres nos relacionamentos que sinceramente me causam ânsia. Chega de tristezas que partem de lugar nenhum, e vão para lugar nenhum, e foco no que nos faz feliz. Me mostre o que você tem e vamos seguir em frente.
16 de setembro de 2013
Tu andando comigo parece uma pessoa bastante convincente, digo, sincera. Temos um lugar pra ir e do nada você me dá as mãos e pede pra correr, na ida e na volta e assim se fez. Eu não sei como transformar isso em algo poético e bonito, para mim pode ser de outro jeito. Pode ser nos nossos versos livres, e autoritários de ser, ou na nossa arrogância infinita. Mas você muda com muita incompreensão, já percebeu que nunca está errada? Nunca! Isso e tão chato. Não ande para trás olhando para frente, preste atenção. Queria que tu não fostes passageira como a maioria, mas somos de signos e opiniões na maior parte do tempo diferentes, temos tendência a brigar com unhas e dentes. Mas para que ficar avaliando esses prazos de validades clichês não é? Que nossa corrida rasgue uma fita de felicidade, por favor.
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Quem sou eu
- Maria Clara Rocha
- Clara.Idade: 19.Falar a verdade não careço de muita lógica. Ou de mim se gosta ou esquece. Por gosto mesmo ficava de papo pro ar. Mas o que me faz feliz e apetece é cheiro de vinho, cabelo lavado, de escrever poesia pulando os dias, de frapê e filme iugoslavo. Qualquer dia desses faço feito Santos Dumont e construo minha casa na árvore.
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“O que é pior: chegar ao fundo do poço ou continuar caindo?'' -Prá virar cinza minha brasa demora!-












