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22 de dezembro de 2011
“And this I come home to, this is my shelter. It ain't easy growin up in World War Three. Never knowin what love could be, you'll see. I don't want love to destroy me like it has done my family” Pink- Family Portrait
Marcadores:Familia,letra e música,Sem Categoria,Textos e Politica | 2
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6 de dezembro de 2011
O Brasil surpreendentemente é considerado pelos seus ilustríssimos governantes um país laico. Acredito que a “laicidade” de um estado maior é determinada pelo não favorecimento de uma religião, doutrina ou ideologia em detrimento de outra. Haja vista que religiões deveriam ser apartidárias. Estranhamente, no Cariri (Crato-ce) não funciona assim.
A escola é o centro de muitas polêmicas e nela são problematizados e solucionados muitos comportamentos humanos. Com isso quero um certo grau de refleção dos leitores neste post, que trata sobre um dos assuntos mais constragedores e absurdos da minha realidade. Contudo, "As escolas particulares tem o direito de não aceitar alunos de outras religiões?", quero promover um pouco sobre a necessidade da conscientização, que possa estar desempenhando suas funções junto a quem muito necessita em seu processo de formação, o jovem.
Assuntos que envolvem religião, são sempre polêmicos e revoltantes para inumera parte da população. Então esta postagem aborda centralmente a questão de um jovem poder realmente crescer em uma escola que mesmo que indiretamente, estimula o preconceito? Além de forçar o aluno a conviver diariamente com imagens, hábitos, e outros diversos tipos de divulgações religiosas dentro do ambiente educacional. O que seriamente possa ser constrangedor para certa parte do alunato ateu, ou de outras religiões. Algumas das instituições ainda preservam o mínimo de visão "ética", dando a opção do aluno não ter que participar de tais rituais. Mas a verdade real, vivida e relatada gira em torno da pressão psicológica da coordenação e outros funcionários, assim como de alguns alunos de total senso comum e falta de educação.
A escola tem o direito da tal liberdade de expressão, assim, como qualquer outra pessoa do nosso cotidiano. Mas essa lei realmente pode-se aplicar e ser aceita em tais ocasiões? Claro que nos jovens podemos optar também por uma escola pública, haja visto a enorme quantidade de má qualidade de ensino básico público, para ser mais especifica aqui no Cariri (Crato-ce) é um grande exemplo revoltante. Pode-se entender facilmente questões históricas e culturais da cidade, com vasta apresentações artísticas, políticas e publicitarias em torno de ocasiões religiosas, mas isso deve mesmo ser usado como justificativa para alguém não ser aceito em um local "educacional" ?
Uma pequena pesquisa sobre a opinião de alguns jovens estudantes, baseado na seguinte pergunta "As escolas particulares tem o direito de não aceitar alunos de outras religiões?".
CONTRA:
"De forma alguma, pois o que entendemos por "escola", é que é uma instituição que prioriza a EDUCAÇÃO. E quando falo em educação, não me limito ao ensino, mas também à formação de crianças e jovens como pessoas. Dessa forma, a instituição tem o dever de ensinar os valores necessários para se viver em uma sociedade, como por exemplo a igualdade social. Caso contrário, se um jovem crescer em um ambiente que pratica o preconceito, certamente vai refletir na sua personalidade como adulto.
As pessoas são diferentes, seja pela cor da pele, seja por opiniões contrárias, seja pela religião. Mas são todos seres humanos, com os mesmos direitos e deveres em uma comunidade." -Marina Pierre, de 15 anos.
A FAVOR:

"A escola não é particular? Quem manda lá é a direção, são eles que ditam os padrões que a escola vai seguir. Padrões esse que devem se adequar apenas aos do MEC e nada mais. Se o colégio só quiser meninas lá, só tera meninas lá. Se quiser apenas com drogados, que tenha apenas drogados. O QUE É PRIVADO É PRIVADO." Diogenes Melo, de 17 anos.
Então foi isso meus caros leitores, só para esclarecer, o objetivo desta postagem não é ofender nenhuma religião, nem instituição de ensino. Digo e repito, reflexão de cada qual.
Maria Clara Rocha.
A escola é o centro de muitas polêmicas e nela são problematizados e solucionados muitos comportamentos humanos. Com isso quero um certo grau de refleção dos leitores neste post, que trata sobre um dos assuntos mais constragedores e absurdos da minha realidade. Contudo, "As escolas particulares tem o direito de não aceitar alunos de outras religiões?", quero promover um pouco sobre a necessidade da conscientização, que possa estar desempenhando suas funções junto a quem muito necessita em seu processo de formação, o jovem.
Assuntos que envolvem religião, são sempre polêmicos e revoltantes para inumera parte da população. Então esta postagem aborda centralmente a questão de um jovem poder realmente crescer em uma escola que mesmo que indiretamente, estimula o preconceito? Além de forçar o aluno a conviver diariamente com imagens, hábitos, e outros diversos tipos de divulgações religiosas dentro do ambiente educacional. O que seriamente possa ser constrangedor para certa parte do alunato ateu, ou de outras religiões. Algumas das instituições ainda preservam o mínimo de visão "ética", dando a opção do aluno não ter que participar de tais rituais. Mas a verdade real, vivida e relatada gira em torno da pressão psicológica da coordenação e outros funcionários, assim como de alguns alunos de total senso comum e falta de educação.
A escola tem o direito da tal liberdade de expressão, assim, como qualquer outra pessoa do nosso cotidiano. Mas essa lei realmente pode-se aplicar e ser aceita em tais ocasiões? Claro que nos jovens podemos optar também por uma escola pública, haja visto a enorme quantidade de má qualidade de ensino básico público, para ser mais especifica aqui no Cariri (Crato-ce) é um grande exemplo revoltante. Pode-se entender facilmente questões históricas e culturais da cidade, com vasta apresentações artísticas, políticas e publicitarias em torno de ocasiões religiosas, mas isso deve mesmo ser usado como justificativa para alguém não ser aceito em um local "educacional" ?
Uma pequena pesquisa sobre a opinião de alguns jovens estudantes, baseado na seguinte pergunta "As escolas particulares tem o direito de não aceitar alunos de outras religiões?".
CONTRA:
"De forma alguma, pois o que entendemos por "escola", é que é uma instituição que prioriza a EDUCAÇÃO. E quando falo em educação, não me limito ao ensino, mas também à formação de crianças e jovens como pessoas. Dessa forma, a instituição tem o dever de ensinar os valores necessários para se viver em uma sociedade, como por exemplo a igualdade social. Caso contrário, se um jovem crescer em um ambiente que pratica o preconceito, certamente vai refletir na sua personalidade como adulto.As pessoas são diferentes, seja pela cor da pele, seja por opiniões contrárias, seja pela religião. Mas são todos seres humanos, com os mesmos direitos e deveres em uma comunidade." -Marina Pierre, de 15 anos.
A FAVOR:

"Não acho um absurdo eles recusarem alunos de outra religião, pois em escolas muito conservadores - como algumas católicas por exemplo - existe aula de ensino religioso, e a conduta da escola está diretamente ligada ao que os católicos consideram ético e moralmente correto. De qualquer forma, existem tantas outras escolas com a mesma qualidade e que não tem ligação nenhuma com nenhum tipo de igreja - ou que, mesmo tendo, respeitam o estilo religioso de todos." - Brenda Passos, de 17 anos.
"A escola não é particular? Quem manda lá é a direção, são eles que ditam os padrões que a escola vai seguir. Padrões esse que devem se adequar apenas aos do MEC e nada mais. Se o colégio só quiser meninas lá, só tera meninas lá. Se quiser apenas com drogados, que tenha apenas drogados. O QUE É PRIVADO É PRIVADO." Diogenes Melo, de 17 anos.
Então foi isso meus caros leitores, só para esclarecer, o objetivo desta postagem não é ofender nenhuma religião, nem instituição de ensino. Digo e repito, reflexão de cada qual.
Maria Clara Rocha.
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15 de outubro de 2011
Hoje resolvi falar sobre um diretor de cinema maravilhoso (sou muito suspeita pra falar, ele é meu diretor preferido, MAS).

Fez filmes como “Edward Mãos-de-Tesoura” (Edward Scissorhands), “O Estranho Mundo de Jack” (The Nightmare Before Christmas), “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (Sleepy Hollow), “Planeta dos Macacos”( Planet of the Apes), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (Charlie and the Chocolate Factory), “A Noiva-Cadáver” (Corpse Bride) E o premiado “Alice no País das Maravilhas”( Alice In Wonderland)... Urfa! Só pra citar os mais conhecidos!
Timothy William Burton, mas conhecido como Tim Burton é famoso por seus filmes excêntricos e como toques macabros, mas que não chegam a causar medo, que sempre mostram o lado bom de ser diferente e de gostar de coisas diferentes. Quem ai nunca assistiu naquelas tardes tediosas na sessão da tarde “Os mortos se divertem”? Pois é, foi o senhor Burton que fez você acreditar que falar ‘Besouro Suco’ três vezes traria aquela coisinha linda, e tarada pra salvar sua vida, ou melhor... sua morte muhahaha (é, isso foi uma piada). Burton é casado com a atriz Helena Bonham Carter, com quem tem dois filhos. É amante dos filmes de terror mais clássicos e tem uma amizade invejável com Johnny Depp, com o qual já fez uns 183722873 filmes (lêem-se sete).
O primeiro curta animado dele, em ‘Stop Motion’ (que demoram até anos pra ser concluído), chama-se “Vincent”. A história do filme é um poema escrito pelo próprio Burton e narrado por Vincent Price, famoso ator de filmes de terror e suspense. Vincent Malloy é um garoto que quer ser como o proprio Vincent Price.
Burton também trabalhou com clipes de música como The Killers uma banda estado-unidense de rock alternativo, com a música ‘Bones’.
Fez filmes como “Edward Mãos-de-Tesoura” (Edward Scissorhands), “O Estranho Mundo de Jack” (The Nightmare Before Christmas), “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (Sleepy Hollow), “Planeta dos Macacos”( Planet of the Apes), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (Charlie and the Chocolate Factory), “A Noiva-Cadáver” (Corpse Bride) E o premiado “Alice no País das Maravilhas”( Alice In Wonderland)... Urfa! Só pra citar os mais conhecidos!
O Burton não inspirou somente a música ou o cinema, mas também a moda. Nada melhor do que esses looks bem diferentes, né?
Pois é, então foi isso. Espero que vocês tenham gostado. Até mais :)
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Quem sou eu
- Maria Clara Rocha
- Clara.Idade: 19.Falar a verdade não careço de muita lógica. Ou de mim se gosta ou esquece. Por gosto mesmo ficava de papo pro ar. Mas o que me faz feliz e apetece é cheiro de vinho, cabelo lavado, de escrever poesia pulando os dias, de frapê e filme iugoslavo. Qualquer dia desses faço feito Santos Dumont e construo minha casa na árvore.
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