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15 de setembro de 2012
Na verdade chega de indagações, estou realmente aprendendo a ser menos uma Nietzsche da vida. Chega a um certo ponto que essa tal velhice precoce cansa, e você quer mais estar nem ai para tudo, vamos fazer um regime de reclamações...
É isso mesmo que vocês estão lendo, corram todos que já tem ficha na polícia porque eu sou literalmente uma chave de cadeia, afastem-se. Sim, um susto ambulante, e não mudarei só para casar. Para que serve um casamento? Prefiro amar e correr contra o vento querida, podem ficar loucas, podem dizer não, e tentar acabar com o que eu estou vivendo, mas o que eu sinto é realmente algo que quero aproveitar por muito tempo e até que se prove o contrário não irei ligar para pitacos no meu percentual de felicidade. Como dizem ''Garotas modernas sempre tem que ir, homens antiquados sempre querem uma amante.'', suave hipocrisia a que fere com o dedo sujo na ferida do bom senso, e nos discursos brocos de algumas solitárias. Uma dose de amor próprio para tudo que está acontecendo, engula seu orgulho que eu mereço. Enfim, esse foi mais um chá da chico para comemorar os meus cem anos e que eu não mudarei para agradar a sua obscena ilusão e padronizado pensamento, um brinde as pessoas chatas!
http://www.youtube.com/watch?v=8iZ9Dk-FU9I
Marcadores:A última sessão,entre topetes e vinis,Humor,música,Revoluções,Texto | 1 comentários
3 de julho de 2012
Você conseguiu, acabou com minha noite. Você conseguiu acabar com toda magia que nós experimentamos, incrivelmente por um momento cogitei a hipótese de nunca mais olhar-te. Me magou profundamente, saiba que eu não sou nenhuma daqueles piranhas com quem você se envolveu antes, sou inoscente, tenho cheiro de orquídea no verão, sou apenas uma criança boba e apaixoana. Está parcialmente transformando todo meu amor em odio, eu faço coisas que antes, jamais teria coragem só pra te ter por perto. Acesa penso em desisti por um tempo disso tudo, e mandar-te para o inferno. Surpresa sua? Engraçado, como você não vê o quão ordinário, palerma e egocêntrico é. Ao ponto de não suportar nada que lhe atinja com fúria, não sabe nenhum um pouco ser maduro, não sabe pensar e obviamente não sabe ler. Daqui a um segundo eu estarei pensando nela, e você meu querido pode morrer aqui. Pelo menos você me deu coragem de falar com a misteriosa menina que ficava toda noite na minha frente, e que eu, até então, nunca troquei mais de duas palavras. Ficava ali, de trás do caixa, e todos os dias eu criava desculpas em cima de uma coca-cola só pra chegar perto da tímida de rosto singelo e sincero, cabelos castanhos e quase curtos. Antes eu achava, estupidamente que quanto menos o cara ligasse, quanto mais disperso ele fosse, eu ò queria com todas as forças. O problema é que depois de ''anos'' de experiência você percebe que isso é o maior sinal no estereótipo dele que deve ser evitado. Como é que pode? Todo mundo sabe o que tem que fazer em um relacionamento, como agir, como dizer bom dia, e até como dizer com jeitinho que não pode ir por um motivo bobo. Me erra! Eu devo ter algum problema muito sério com o amor, não posso suportar o que sinto por dentro, sinto um ciúme de ''Casos de família'' mesmo, uma saudade, e meu amor próprio não permite vê seu comportamento mesquinho. E no meio de tanta inépcia não sei mais o que interpretar, boa noite.
18 de fevereiro de 2012
Ò tempestades que me causam medo, o suficiente para expressá-lo em palavras chulas, em confusões sem nenhum amor romântico da primeira geração. Nos meus sonhos eu fujo, faço as malas lentamente, porque sempre estou presa ao aspecto frio e desanimador de um sentimento, sinto tantas dúvidas, para onde devo ir mas sei que quando anoitece as tuas virtudes também estremecem.
Ao som de um antigo cabaré eu me vejo perto de atravessar a ponte da coesão, a ponte que me deixará respeitável, que me fará ser menos filha da puta diante do tal moralismo. Dizem que do outro lado eu serei mais responsável, que eu durmo menos, que serei mais inteligente. Mas danço em passos tão ousados e cautelosos, e isso só para um alguém me acompanhar, antes que chegue amargurada no mundinho do respeito. Mas isso é tão inexplicável, pra mim é tão sujo e vergonhoso. Pessoas que se definem pelo seu companheiro, por ações fictícias de impressionismo, por merchans de intelectualismo. Você deve está se coçando para uma nova primavera chegar, e denovo seu espírito se renovar, e denovo nós acharmos que tudo vai dar certo. Quero mesmo é aspirar o neon do verdadeiro modernismo, porque os céus farão lixo de todos nós. Juntem os cacos da cachaça de butequim e vamos servir para alguma coisa, boêmios revolucionários do acaso ao encontro de espírito. Prisões vazias caem do meu crânio, quero mesmo sentir o novo, sem zuada no meu contexto.
Pixar nas paredes do decorrer nas viagens sórdidas do envelhecer, acabarei feliz ao lado de quem nessa corrida se arrisca ao meu lado. Vamos seus vermes, esta sociedade não passa de uma cova sem fundo, de nomes vazios com hábitos encarcerados. Sinto-me um pouco aliviada por um pensar tão retrógrado do revoltar.
~suspiro~
Maria Clara Rocha
Marcadores:A janela secreta,amor,Inspiração,Revoluções,Sem Categoria,Texto | 2
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Quem sou eu
- Maria Clara Rocha
- Clara.Idade: 19.Falar a verdade não careço de muita lógica. Ou de mim se gosta ou esquece. Por gosto mesmo ficava de papo pro ar. Mas o que me faz feliz e apetece é cheiro de vinho, cabelo lavado, de escrever poesia pulando os dias, de frapê e filme iugoslavo. Qualquer dia desses faço feito Santos Dumont e construo minha casa na árvore.
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“O que é pior: chegar ao fundo do poço ou continuar caindo?'' -Prá virar cinza minha brasa demora!-


