20 de agosto de 2013


Uma madrugada que me faça pensar, uma razão que me dê motivos a coisas que quebrem a linha de raciocínio. Ser romântico dificilmente vai me ajudar agora, e me culpo (acredite) por não mais querer morrer pelo suor alheio. Sinto-me na obrigação de cumprir meus ‘’deveres’’ e não magoar nenhuma das partes, e assim, o tempo não cansa, e assim eu estou aqui exausta e obedecendo sem personalidade alguma. Sinto tanta informação ultimamente que vejo os segundos correndo, e de novo, sem cansaço. Logo, não tenho dormido muito, portanto venho perdendo o bom humor e a paciência. Eu valorizo muito a ética, e me sinto ingênua com certas situações ainda, porque me sinto só uma menina. Certas pessoas me assustam, é um povo bárbaro e sem amor próprio e para com os outros. Não vai me acompanhar, porque não deseja isso, pode ir deitar outra forma não há. Não quero levar mais bagagem, sinto fortes dores na coluna devido as minhas tentativas diárias de estudar o máximo que posso. O certo e o incerto vagam por aqui durante o passar das tais horas. E por isso, não tem mais espaço para mala nenhuma. Mas e quando eu sinto saudade? Passando o passado acho que eu mesma não sei mais o que estou fazendo. Tantas tentativas... Seja lá qual direção tudo isso siga, que eu por favor consiga pelo menos meus desejos pessoais, porque juro que estou tentando, e por mim. Contudo, atordoada, e falta ar também. Não triste, não me sinto assim, porque você ainda consegue me tirar lembranças alegres. Acredito que gente suficiente já se machucou comigo, e já enfeitaram seus  vasos vazios com minhas flores. Então não batam o martelo como se eu tivesse vendido as almas de vocês. Olhando para trás até chego admirar, mas lá na frente aparenta um horizonte atraente e tão diferente. Não posso dançar as 4:45 da manhã, mas posso me sentir com poder e ai, todos levantam e batem palmas. Porque sinceramente, eu danço muito bem se é que me entende. Depois de mais uma luta com meu  próprio organismo, é o momento de ir para cama...

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Clara.Idade: 19.Falar a verdade não careço de muita lógica. Ou de mim se gosta ou esquece. Por gosto mesmo ficava de papo pro ar. Mas o que me faz feliz e apetece é cheiro de vinho, cabelo lavado, de escrever poesia pulando os dias, de frapê e filme iugoslavo. Qualquer dia desses faço feito Santos Dumont e construo minha casa na árvore.
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O que é pior: chegar ao fundo do poço ou continuar caindo?'' -Prá virar cinza minha brasa demora!
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